Único, é a palavra que descreve perfeitamente o novo "petit gâteau".
Oui les filles, além de carinho e amor é necessário paciência no preparo do docinho, afinal a lista de ingredientes é grandinha.
Feito para festas, é super prático, fácil de comer (em duas mordidas, some), lindo, e fica mais joli naquelas bandejas de vários andares, enfeita alegremente qualquer espaço em qualquer ocasião, mais s'il vous plâit les filles, não o confundam com os muffins.
Mais M, o que seria então? Bien, traduzindo ao pé-da-letra seriam petites porções servidas em uma xícara de café, se Alice soubesse o que perdeu, lembram meninas?
"Servida de um bolinho?" "Mas na xícara, é isso mesmo?", perguntou confusa, Alice, ao Chapeleiro Maluco. Lewis Carroll, preveu o futuro, n'est-ce pas?
Mas, comer em xícrinha, não dá! E para combinar mais com as fêtes, os deliciosos bolinhos são servidos em forminhas de papel ornamentadas e bem coloridas.
E no topo? Aí vai do seu gosto, peut-être: marshmallow, creme-manteiga, ganache de chocolate, ou até mesmo o glacê feito a base de açucar de confeiteiro. Pronto? Pas encore! O que é, o que é, que faz desse bolinho o mais fashion de todos?Frutas, confeitos de enfeitos metalizados, flores de açucar, e por aí vai... Os bolinhos ganharam fama mesmo, após aparecerem em um episódio de Sex and the City, onde Miranda e Carrie, os saboreavam na porta da Magnolia Bakery. Bem localizada, ao lado de umas das lojas Marc Jacobs, é mencionada em livros, e aparece em vários filmes pop,a lojinha se tornou mundialmente conhcida, quem vai à NY, passa lá e garante o seu bolhinho fashion.
Que água na boca.
Para ler: More from Magnolia, de Allysa Torey( R$ 75 na Livraria Cultura), com muitas receitas de cupcakes, e outros bolos e doces servidos na loja, em NY.
Quando a B, tinha 11 anos pode apreciar um icônico corset-motocicleta. O criador? Thierry Mugler (também assina o perfume Angel), o tal corset imitava a parte da frente de uma moto, com faróis, guidão e espelhinhos retrovisores, c'était Super!
A top Emma Sjöberg, fez tanto sucesso no desfile do inverno de 92, que logo em seguida foi parar no clip Too Funky, de George Michael, mas o look não se restringiu só à ela, Tyra Banks, Linda Evangelista, Nadja Auermann e Rose de Palma também estrelaram o clip sendo "motoquinhas".
"Are you trying seduce me?" Fato, afinal após dix-sept ans o look ainda seduz. Beyoncé quem o diga!O corset faz parte da produção de sua turné I'm ...Tour, aparecendo também no encarte do CD e aqui no Brasil também, melhor ainda, AO VIVO.
Mugler assina 58 looks da présentation, e ainda ajuda a diva na consultoria visual para o show.O luxo é para poucas, Mugler já não temm sua grife desde os anos 90, ou seja, se dedica à direção de musicais (Thierry é bailarino profissional) e pedidos exclusivos, como o de Beyoncé.
"Quem usa as roupas que desenho está fazendo um statement, está dizendo que tem orgulho do seu corpo." Sim B, tem muito orgulho, e com um corpão daqueles, quem não teria?
O casamento perfeito de um "body conscious" avec um estilista francês de mão cheia, só podia virar um show!
Estaremos esperando B, novembro já está aí, d'accord?
Somente uma genuína francesa para abrir a semana com glamour, não é les filles?
Nossa querida BB, nasceu em 1934, e com 15 aninhos estreou como modelo na revista "Elle". Foi a mistura perfeita de menina mulher e corpo perfeito com uma boca carnuda, lindos e grandes olhos amendoados e a naturalidade, que abriu as portas para a carreira de atriz.
Três anos depois, fez a jovem Javotte Lemoine no filme "Le Trou normand", e logo depois se casou com o diretor de cinema Roger Vadim, que deu o papel principal para Bardot em "E Deus Criou a Mulher", não podemos esquecer dos outros trabalhos da dupla, como "Quer Dançar Comigo?" e "Amores Célebres".
Versão francesa de Marilyn Monroe, os fotógrafos faziam de tudo para conseguir o melhor plano da blonde, passando a ideia que temos hoje de paparazzi. Mais, mesmo com seus muitos amores, seus altos e baixos, suas fotos valiam e vendiam muito, tal como a folclórica photo deBrigitte vestindo um corset branco atrás da Torre Eiffel que na década de 60 vendeu mais que cartões-postais da Eiffel.
M, e na moda? Bien, eu já estava quase lá. Bardot deu vez aos vestidos leves e decotados com sapatilhas, sem contar que foi uma das primeiras estrelas a usar biquíni na plage.Ênfase no cabelo, les filles, afinal estava sempre muito bem arrumado, preso ou com headbands. Mon Dieu, como ela era linda! Era? Não les filles, ainda é, e com 75 primaveras. Seu presente? Uma exposição dedicada somente à ela, com suas fotos originais, mas pouco conhecidas. Oui, Brigitte Bardot and the Original Paparazzi, não fica no Brasil, mas em Londres ( 5 Saville Row), na galeria James Hyman, entre as fotos "nouvelles" está a de Bardot avec Pablo Picasso, tirada em 1956.Mas o objetivo era simples, atrair as "mosquinhas", pura jogada de marketing.
Mais pas de problème, essa francesinha com certeza ficará em nossa memória.
Em 1973 abandonou a carrera artística após filmar Colinot, aos 39anos. Sentimos sua falta BB!
Para escutar: Serge Gainsbourg e Brigitte Bardot - Je t'aime, moi non plus. Brigitte Bardot - Moi je joue. Brigitte Bardot - Coquillages.
É les filles, nem só de onças e zebras vivem as estações.
Portanto, prepare-se para muitas cobras e lagartos e deixe os gatinhos miando atrás de você.Para aproveitar as féiras de verão, os vestidos, maiôs, as rasteiras, os shorts, os bíquinis, as saias e muitos acessórios estão totalmente camuflados, com um leque de cores e modelos para você se divertir como nunca!
Mas, M, vou à Paris...New York, London, Deutscheland...
Pas de problème les filles! Os trench-coats ficam ainda mais sexy e lindos em estampas animais.Os bichos literalmente invadiram o seu closet, e estão prontos para festejar na África.
Como assim, M? A copa de 2010 com certeza deixou os designers mais selvagens.
Afinal, os fashionistas tiveram muitas sáfariinspirações. Caia na gandaia avec tons terrosos, nude, estampas ferozes, couro e péles sintéticas.
Regardez: Coleção de outono inverno 2010 Dior, desfile Jo de Mer verão 2010,Mara Mac verão 2010, Christian Louboutin, e por fim a maravilhosa coleção de verão da Bobstore (com uma produção impecável)
Oui, les filles, é tempo de festa, e nada melhor que combinar os dias quentes de verão com perninhas de fora, d'accord?
A dica é cocktail dresses. Pour cette année, o mixer perfeito é a parte de cima como corset e a parte de baixo inflada (tal como nos anos 80).
Onde usar? Aí vai de você, pode ser um jantar fancy, um drinque na casa de suas amigas, um casamento, uma boa noitada em un club e... o red carpet!
Un peu de história?
Foi por volta de 1925, nos Estados Unidos, que o nosso queridinho nasceu, pois os jovens precisavam de festas para comemorar o final da primeira Guerra Mundial.Mais, emtempos incertos, a bebida era vetada e assim as flapper girls faziam tudo, na surdina.Na medida certa (nos joelhos)os vestidos tubulares, com franjas, seduziam os garotos, como usava Joan Crawford.
O Crash de 29, acabou com o humor dos americanos, endividados. Fêtes?
Só depois do final da segunda Guerra Mundial. Nada como um New Look. Dior quem o diga! As saias rodadas davam um charme a mais para o treje ultrafeminino e a sede de festa, fez a fama dos cocktail bars.
Pegando um jatinho para os anos 60, os midis chegaram a um tamanho jamais imaginado, podemos citar o cocktail dress pink de Holly (Audrey Hepburn) em Breakfast At Tiffany's (um pouco abaixo dos joelhos, mas ainda pouf), ou os vestidos de André Courrèges e Paco Rabanne.
Foi durante os anos 70 que o cocktail dress morreu, afinal a era hyppie, dos longos floridos não dava vez para os midis.
Lacroix e Versace lutaram pela volta do vestido coquetel em meados de 1980, aliás, quaisquer semelhança dos modelitos da época com os d'aujourd'hui, não é mera coicidência.
Para completar o look: escarpim meia-pata, maxicolar(de pérolas) e clutches.
Agora que você já sabe de onde vêm tanta criatividade e originalidade, que tal ir ao salon de beauté, et ensuite a une fête?
Os anos 50 estão de volta, oui, tanto nas passarelas como nas vitrines, et moi, bien ,vou dar as dicas:
A silhueta ultrafeminina, marcada por um cinto estreito, os decotes comportados, os tecidos florais, as rendas, os babados e as cores delicadas fazem o look "coquete", perfeito para os dias mais quentes da estação. Complete o visual com sapatilhas, clutches, headbands, brincos, óculos de sol... e não esqueça das pulseiras.
Les filles, vocês já devem ter se perguntado, porquê La Vie En Rose.
Bien sûr, vou explicar.
A música, La Vie En Rose, ficou mundialmente conhecida por conta de Edith Piaf, uma francesa guerreira, que apensar de ter tido uma vida trágica, conseguiu realizar seu sonho, ser une chanteuse.
Nascida em 1915, Edith teve uma infância très difficile .Sua mãe também sonhava em ser cantora, por isso a abandonou com seu pai, que era um contorcionista.
Mas durante a 1ª Guerra Mundial, seu pai foi convocado e então Edith foi morar dans le bordel de sua avó, na Normandia.
Com certeza, não era um lugar para uma criança, mais pas de problème, afinal lá ela conhceu sua "sugunda mãe", a Titine, uma prostituée que desde sua chegada se apaixonou por Piaf.
Mas, nem tudo era um mar de rosas, por conta da falta de higiene, Edith teve uma inflamação da córnea, também conhecida como ceratite, deixando-a cega dos 3 aos 7 anos. Ao retornar da Guerra, seu pai a tirou dos braços de Titine, para voltar a morar com ele (em um circo, e ensuite "na rua").
Assim, Piaf descobre o seu dom: Cantar. Sua vida tomou outro rumo ao conhecer o empresário Louis Leplée, que tornou Edith, atração principal de seu "café".
Quando Louis é morto por "un ami" de Piaf, ela volta ao fundo do poço, o qual só sai, depois de adulta e de vários anos lutando por um microfone.
Nada como um grande amor para curar as tristezas da vida, d'accord, les filles? O coração de Edith pertencia ao boxeador Marcel Cerdan, mas enfraqueceu ainda mais com a morte trágica de Marcel.
Com imunidade baixa, Piaf sempre era o alvo de doenças, e naquela época a solução era se tratar com muitas drogas, o que a levou a uma morte precoce.
Piaf deu voz a Frnça.
Um dos meus filmes de cabeceira, "La môme", o qual deu um Oscar de Melhor Atriz para Marion Cotillard, com a participação de Gérard Depardieu,conta toda a história de Edith, sem contar as lagrimas no canapé, valeapena ver!
Nem tanto, é o que acha a Princesa Ann vivida por Audrey Hepburn, no filme "Roman Holiday", do diretor William Wyler, indicado a dez Oscars - dos quais um a Audrey, levou para casa. Durante sua viagem pela Europa, com inúmeros compromissos reais, Ann, se depara com o cansaço e o tédio em uma cidade maravilhosa,Roma. Então por que não fuir e dar uma voltinha?
Mas as surpresas não param por aí, oui les filles, há um jornalista bem atraente, esbanjando charme pelas ruas de Roma, Joe Bradley(Gregory Peck), só se dá conta de que "Anya" é a princesa quando olha a foto dela em um jornal. Mas como pode estar de cama se está em seu apartamento?
Para conseguir uma reportagem exclusiva, Joe também não revela sua identidade "profissional" e está disposto a passar um dia com ela para satisfazer todos os seus desejos.
Comédia romântica, um filme em preto e branco, perfeito para un dimanche à tarde. Pegue un croissant e bon appétit!
Na postagem anterior, falei como ele vai aparecer, mas, aujourd'hui você vai descobrir o seu passé.
..."O traje induz à incorporação de personagens dentro do círculo ritual.Por esse processo - no qual o que denominamos realidade esbate seus contornos, num primado do delírio visionário e místico - é que se presentifica o elo de comunicação entre o ser e o plano do grande mistério"... Contam as escritoras Adriana Leite e Lisette Guerra, no livro "Figurino uma experiência na televisão".
Paris, 1870. Época das festas glamourosas, das belas Artes et aussi dos corsets. Misteriosas e atrizes as francesas amavam vestidos longos, jóias, cabelos gigantes, sapatos... tudo para demonstrar o poder do período da monarquia, que quase cem anos depois ainda ditava a moda. Ninguém sabe muito ao certo quando o Corset surgiu, mas sabemos que ele causou e ainda causa muitas controvérsias. Usar ou não?
Bien Sûr,as referências nos abrem portas para a imaginação, embaladas em canções de amor então...ulálá. Musical? Oui, em francês, Le Fantôme de l'Opéra Filme, peça de teatro, um musical que já foi visto inúmeras vezes por milhares de pessoas, mas se você não viu, pas de problème. Para saber da história visite o blog: http://campelo-212.blogspot.com/
Vamos ao FIGURINO. O esplêndido mundo do século XVIII, dentro do mais caro vestido bordado, em formato de corset, com uma maquiagem pálida, para exagerar no batom vermelho, e a tão inesquecível Máscara, oui é um baile de máscaras, porque não esquecer a realidade e mergulhar na ficção, que um dia foi de verdade?
Proponho uma viagem ao passado, onde uma apresentção de teatro em uma Ópera Francesa, é o necessário para se arrumar, e colocar todos os enfeites possíveis, para então poder se sentir bem e fazer can-can com as colegas, dando boas risadas, e depois sortir, à la française.
Reviver o momento do desenvolvimento da cultura francesa, da literatura banhada à Montesquieu, Rousseau, Voltaire, das artes avec Monet e também Jean-Antoine Watteau, das óperas(opéra - comique) de Bizet - a mais conhecida "Carmen" de Prosper Mérimée - e da música clássica de Claude Achille Debussy.
A...la belle époque, le ballet, l'opéra.Tout c'était merveilleux.